Mais duas importantes listas de melhores discos de 2018 acabam de ser publicadas e com resultados bem diferentes entre si. A redação da Billboard concluiu que "Sweetener" de Ariana Grande foi o melhor lançamento do ano, enquanto a publicação digital Pitchfork destacou o alternativo "Be The Cowboy" da nipo-americana Mitski. Ambos rankings contam com 50 álbuns e quatro trabalhos feito por mulheres entre os cinco primeiros (ainda que não os mesmos).

Para a Billboard, "Sweetener" captura um momento muito específico na vida de uma pop-star de 25 anos - de uma tragédia nacional sem precedentes (em alusão ao ataque terrorista ocorrido depois de um show da artista em 2017 na cidade de Manchester na Inglaterra) ao furacão de um relacionamento amoroso vivido por uma celebridade. A revista conclui que ainda que ela lide com assuntos que maioria de seu público jamais tenha tido que enfrentar, ela ainda terminou o ano parecendo mais próxima e humana (e também popular) do que nunca.

Já a Pitchfork justificou sua escolha dizendo que "Be The Cowboy" é o mais triunfal trabalho de Mitski, um refinamento de seus vários talentos arremessados direto na maior tela que seus braços podem carregar.

O top 5 da Billboard foi esse:

1 - "Sweetener" - Ariana Grande (11° para a Pitchfork)
2 - "Invasion Of Privacy" - Cardi B (19°)
3 - "Golden Hour" - Kacey Musgraves (segundo)
4 - "Daytona" - Pusha T (17°)
5 - "Dirty Computer" - Janelle Monáe (não entrou na lista da Pitchfork)

O da Pitchfork ficou assim

1 - "Be The Cowboy - Mitski (11° para a Billboard)
2 - "Golden Hour" - Kacey Musgraves (3°)
3 - "Knock Knock" - DJ Koze (não entrou na Billboard)
4 - "Honey" - Robyn (12°)
5 - "Lush" - Snail Mail (25° para a Billboard).



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